Angola foi o local escolhido para passar o Natal e a Passagem do Ano em Dez 2025 - Jan 2026.
A viagem foi organizada pelo meu cunhado Fernando Baptista e fomos três famílias, ao todo 9 pessoas.
Foi um reviver de locais vividos anteriormente para quase todos os participa tes. à excepção de duas pessoas, que nunca tinham estado em Angola.
Eu nunca tinha estado neste país, e tudo foi novidade…
Uma das caracteríísticas mais notáveis de Angola, são as longas rectas, nas estradas.
A base afectiva da família é Benguela, principal cidade no litoral setentrional do país.
Foi nessa cidade, em casa do meu cunhado Norberto (e em casa da Yolanda) que fizemos a base das actividades.
A viagem teve três passeios com deslocações com pernoitamento:
À chegada de Portugal, de Luanda fomos para o interior, visitámos as Quedas de Calandula, anteriormente conhecidas por Quedas do Duque de Bragança.
Fomos ao interior do país, para a cidade do Huambo.
Por último, fizémos um cirduito triangular de três dias, para o interior sul e regresso pelo litoral. Visitámos o Lubango e Moçâmedes.
Entre estas deslocações propramadas, houve tempo para visitar sítios com importância para as vivências passadas da família, para visitar várias praias próximas de Benguela.
Esta página é o meu álbum de fotografias desta viagem a Angola.
Como tal, as imagens são o elemento principal. Tên algumas referências para encaminhar o leitor pelo itinerário da viagem.
O avião que nos trouxe para Luanda. Repare-se no tamanho de um técnico à frente do reactor debaixo da asa - o reactor, e o avião, são muito grandes! (Cada asa mede 29 metros!) Segundo a wikipedia (https://en.wikipedia.org/wiki/General_Electric_GE90) o reactor tem diâmetro interios de 3,25m, maior que o corpo dos Embraer, 3,01 m e pouco menos que do 737 (3,7m / Ryanair)! É o reactor mais potente que existe, o primeiro a dar certificação intercontinental a aviões com apenas dois reactores. É tão potente que apenas um consegue manter um 747 em vôo est+avel e em altitude!
Ao longo da estrada para Malanje, os produtos da agricultura doméstica são exibidos para venda.
Os buracos nas estradas são tão duradouros que cresce capim nos buracos...
Será isto uma tabuleta de apoio central à passadeira? Será o início de uma rotunda? :-D
As bermas das estradas são usadas para secar produtos agrícolas ao sol (neste caso, mucua)
As quedas de Calandula. Mais fotografias virão...
Anoitecer em Calandula.
Mais uma recta, na estrada para Luanda.
Chegámos a Luanda ao final da tarde. Ainda deu tempo para levantar o drone!
Porto Amboim - almoço.
O almoço, em Porto Amboim. Muito agradável!
Os relevos salientes e com contactos abruptos com superfícies planas ou de inclinação quase nula chamam-se 'inseberg' na terminologia técnica - traduz-se para monte-ilha em português. É muito característico dos processos erosivos em ambiente tropical.
Nunca linha visto tantos montes-ilhas. Em Portugal há poucos, reminescentes de épocas de climas mais quentes. (A cidade de Belmonte está sobre um. A Serra da Nogueira em Trás-os-Montes é outro...) É normal que hajam muitos, em Angola, mas surpreendeu-me serem tão óbvios na paisagem ;-)
A bandeira 'da oposião' (UNITA)
As cubatas tradicionais e a cu-pa-páta 'tradicional'...
O Beto com segurança.
Na restinga do Lobito houve tempo para levantar vôo.
Despedimo-nos da Gabriela e Catarina, no aeroporto de Benguela-Catumbela, que abandonaram a viagem mais cedo (dia 28/12)
Nos caminhos-de-ferro também há rectas compridas (Lobito-Benguela)
A pedra rachada.
Uma recordação de tempos idos...
Alguém se lembrou do 'Encontros Imediatos do 3º Grau' do Spielberg?
Queriamos ver o antigo Quartel-General do Jonas Savimbi / UNITA. Foi completamente destruído durante a guerra civil...
Arquitectura noyável da Estação do Huambo.
Os mercados de rua improvisados são um festival de cores!
Estarão em contra-mão? Nãp... Estão apenas a fugir dos buracos. :-D
A Tina dizia que 'em Angola parecia que as rectas continuavam em direcção ao céu' Agora entendi melhor essa ideia...
Mais uma... Esta verifiquei no GoogleMaps: tem 18 km...
Esta região era mesmo muito rica em ananás.
Plantação de ananás.
As boas-vindas ao novo ano.
A planície no caminho para o Lubango.
As famosas curvas da Serra da Leba.
À saída da Serra da Leba, a paisagem torna-se árida-
A estrada de Moçâmedes para sul, em direcção de Tômbwa (Porto Alexandre)
Parece haver água. Sabemos que não há, mas exploradores de antigamente eram enganados pelas miragens!
Foi muito gratificante ver um planta que cresce num ambiente tão extremamente hostil. É o 'polvo do deserto', de nome científico Welvitchia mirabilis. Apenas existe no deserto do Namibe, entre Angola e a Namíbia.
Este local é conhecido por 'Arcos'. É governado pelo Soba. Há uma área adjacente que fica alagada temporariamente, na época das chuvas. As estruturas pareceram-me ser sedimentos de depósitos lacustres. Este ambiente de inundações já deve ser muito antigo... Do ponto de vista fotográfico, este local foi muito sub-aproveitado, na nossa visita...
O porto de pesca estava cheio de navios de pesca de alto-mar. Mas do lado da cidade o porto está completamente murado, inacessível. Estranho...
Parámos, para apreciar o rápido pôr-do-Sol.
Na estrada de Moçâmedes para Benguela, tirámos a fotografia de grupo 'obrigatória'
Mais um horizonte vastíssimo...
Ainda fizémos 70 km em estrada não-pavimentada. E o nosso carro não era indicado para esse piso. :-s
Os manos, no sombreiro.
500 quilómetros para Luanda. Já não falta tudo...
A vastidão da paisagem foi uma das características que me marcou em Angola.
Vimos um lagarto a atravessar a estrada.
Lagarto ou crocodilo...
Os negócios chineses tomaram conta da vida empresarial de Angola!
Chegada ao novo aeroporto de Luanda.
Em Portugal, chegados de regresso de uma boa aventura.